AVANÇOS TECNOLÓGICOS X QUESTIONAMENTOS
Estudos, pesquisas, conhecimentos, informações, aprendizados, criatividade, oportunidades, qualidade de vida, perspectivas, expectativas, deslumbramentos, devaneios.
Fazemos bom ou mal uso das contribuições tecnológicas e científicas? Até que ponto valores éticos e humanitários determinam o bom ou mal uso das tecnologias?
O desenvolvimento de tecnologias levam em consideração valores éticos e humanitários?
Os avanços tecnológicos e científicos estão conseguindo despertar em nós o merecido respeito pelos estudiosos, pesquisadores, cientistas e investidores que trabalham em prol da humanidade?
Valorização do conhecimento, do aprender, do estudar, da formação continuada. Estamos nos tornando mais capazes, úteis, produtivos, seres humanos melhores com mais consciência e responsabilidade social?
Estamos realmente EVOLUINDO como seres humanos mais humanos na mesma velocidade dos avanços tecnológicos e científicos?
Temos bases sólidas em valores éticos e humanitários que SUSTENTEM nossas conquistas, sonhos, projetos, realizações pessoais, nossa caminhada de vida?
Estamos mais afetuosos, empáticos, resilientes, menos carentes, menos inseguros?
Nossas relações amorosas estão mais respeitosas, menos possessivas e violentas? Sabemos realmente o que é amor, o que é amar?
Em nossa criação e educação familiar fomos ensinados a amar? Tivemos bons exemplos, boas referências de afeto, respeito, igualdade, amor no ambiente familiar?
Necessidade de reconhecimento e aprovação social, preocupação com a opinião dos outros. Insegurança, imaturidade ou baixa autoestima?
Dialogar (saber ouvir e falar com respeito), questionar, duvidar, pesquisar, se informar, confirmar, se posicionar, argumentar, não se deixar manipular. Aprendemos e praticamos tudo isso nos ambientes familiar, escolar, social e profissional?
Estamos mais lúcidos, conscientes, emocionalmente equilibrados para lidar com os desafios da vida real?
Drogas lícitas, ilícitas, jogos virtuais, jogos eletrônicos, redes sociais. Estamos mais viciados? Estamos fugindo da vida real?
Autocuidado. Saúde física, mental, emocional e espiritual. Autoproteção, autocontrole, autoconhecimento. Assumimos a responsabilidade por nós mesmos?
Temos humildade e sabedoria para lidar e aprender com o envelhecimento e a finitude do corpo físico?
Estamos realmente preocupados em deixar nosso planeta mais saudável e humanizado para as novas e futuras gerações?
Sabemos conviver, respeitar e aprender com as diferenças, com a diversidade humana, no mundo virtual e real?
Queremos ser aceitos e respeitados, mas aceitamos e respeitamos os outros?
A nossa suposta religiosidade está sendo colocada em prática? No cotidiano, em nossos pensamentos, comportamentos, decisões e escolhas?
Vaidade excessiva, caprichos, narcisismo, vida de aparência, status, ostentação, ganância, cobiça, sede de poder, prepotência, inveja, competições, comparações, consumismo, imediatismo. Como está nossa autoestima? Como estão nossa saúde mental e emocional? Por quanto tempo nosso corpo, mente e alma suportam tantos sentimentos e comportamentos de insegurança e fragilidades emocionais?
Já alcançamos a compreensão de que um ser humano não é propriedade de outro ser humano?
Se todos somos igualmente importantes e valiosos, o que justifica preconceitos e discriminações entre seres humanos?
Se todos somos seres humanos imperfeitos, em aprendizagem, em evolução, estamos capacitados para assumir a responsabilidade pela felicidade INDIVIDUAL de outro ser humano?
Temos humildade para aceitar que todos, homens e mulheres, são IGUALMENTE SERES HUMANOS capazes, importantes, valiosos e necessários? Todos livres, com direito a ir e vir, ser e estar?
Temos merecimento para alçancar a tão almejada felicidade plena ou realização pessoal?
Afinal, o que é necessário para o "ser feliz"? É se sentir bem e em paz consigo mesmo? É assumir a responsabilidade pela própria existência? É respeitar a humanidade, o meio ambiente, a nossa casa planeta Terra? Ou tudo isso?
O MAL uso dos avanços tecnológicos e científicos e as DESUMANIDADES no planeta Terra interferem na felicidade individual e coletiva?
Qual o sentido da vida? Qual o sentido da nossa existência? No que devemos investir? O que devemos valorizar? O que devemos aprender? Onde queremos chegar? Estamos felizes?
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